O que o Mundo do Luxo tem a ver com Esquadrias de Alumínio

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Neymar desembarcou em Londres-Inglaterra e em Sochi-Rússia com o traje oficial da seleção, assinado pelo estilista Ricardo Almeida, e acessórios luxuosos.

O craque estava com uma mala de mão da marca alemã Rimowa, feita em parceria com a grife de streetwear norte-americana Supreme (1600 dólares, ou cerca de R$ 6.200). Em Sochi, carregava uma nova bagagem ainda mais luxuosa: a bolsa de mão da Louis Vuitton, modelo Keepall, em verde, amarelo e azul, parte de uma coleção feita especialmente para a Copa. O preço? Cerca de R$ 17.900 aqui no Brasil.

Ainda entre os acessórios, uma mochila Nordstrom Rack dourada, com fotos dos rostos do pai, da mãe, da irmã e do filho estampadas (700 libras ou uns R$ 3.500).

              Então quem tem dinheiro pertence ao Mundo do Luxo? Talvez.

Luxo é tudo o que sinaliza privilégio, elite, nobreza, prestígio, aristocracia, riqueza, estilo. Porém, para fazer parte do mundo do luxo não significa apenas ter maior poder aquisitivo do que a maioria das pessoas. É necessário ser aceito por esse seleto grupo social.

              E o que isso tem a ver com Esquadrias de Alumínio? Tudo.

Entender o mercado e o consumidor para qual você vai vender é o básico que uma indústria de esquadrias, ou outra qualquer, precisa saber para ter êxito nas vendas.

As melhores vendas são feitas quando o cliente é estudado, conhece seu comportamento, seus sonhos, desejos, anseios e dores. A partir daí, deixa de vender preço e passa a vender valor.

O preço é quanto custa a sua esquadria (produto/serviço) e o valor são todos os benefícios e vantagens que o cliente recebe quando compra o seu produto/serviço.

Por isso, é importante estudar o cliente para que na negociação faça um alinhamento do valor do seu produto/serviço com tudo aquilo que vai de encontro com a cultura, sonhos, desejos e anseios do comprador.

                  Na negociação não negociamos preço, negociamos valor!